terça-feira, 1 de maio de 2012

Sonho

eu sonhei que era uma biblioteca,
uma biblioteca linda.
Eu procurava o meu livro mais bonito, e de repente,
um professor                                                                    [saído não sei de onde]
 pediu que eu falasse com outra pessoa,
sobre um livro.
Ao que fui falar, era um conhecido rosto,
que já era distante.
Chamei-o, e comuniquei-o. Este me chamou e disse
mesmo que queira manter-te longe,
deixa-me manter perto, sutilmente.
Achei estranho.
Passos largos na calçada, depois que sai da biblioteca,
cheguei na farmácia, e haviam vários frascos abertos,
com metade do conteúdo.
A validade estava chegando, e eu pegava os comprimidos,
esperando um milagre.
De repente, o rosto amigo se chega, inoportunamente,
com o livro que eu tanto queria nos braços,
repetindo o que havia dito.
O que será isso?
Peguei o livro dos braços dele, porém, de repente,
estava em uma sala antiga, com janelas enormes e portas monumentais,
de madeira pintada de azul, uma mesa e cadeiras. Não contei quantas.
Eu não queria estar lá, fugi do tal rosto, que sentia ser conhecido, mas não o via.
Não sabia quem era. Mas eu fugi.
Meu lugar não era aquele.
Eu senti.


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